
Já que a distribuição do “Kit Gay” nas escolas públicas parece ser irreversível, não só pela pressão das entidades que defendem os direitos (e privilégios) dos homossexuais, mas, também, pelo apoio velado do Supremo Tribunal Federal (STF), setores do Congresso Nacional e da própria mídia, não vejo outra saída para a minoria hétero deste país que não seja partir para o contra-ataque com as mesmas armas do adversário.
Além disso, o governo da “senhorita” Dilma Rousseff não parece disposto a jogar no ralo os cerca de R$ 3 milhões investidos na cartilha e nos vídeos infanto-pornográficos, que ensinam, didaticamente, como ser “biba” em apenas 24 lições.
Portanto, por estas razões aqui expostas, proponho que a bancada Bolsonarista apresente uma Proposta de Emenda Constitucional (a PEC 2469), modificando o artigo 69, Inciso 24, Parágrafo “D”, da Prostituição Federal, instituindo a distribuição do “Kit Puta” nas escolas públicas (e públicas).
Desde já, dou a minha contribuição como sugestão para a elaboração do “Kit Puta”.
CONFIRA A SELEÇÃO DE ACESSÓRIOS:
1 - Um aparelho celular da Oi, com dois chips: um para contato com a família, outro para agendar os programas;
2 – Um moto Honda Bizz amarela, com capacete rosa. Tudo bem discreto pra não chama a atenção;
3 – Um kit da Natura;
4 – Um kit da Romanel;
5 – Um piercing no umbigo e aparelho nos dentes;
6 – Tatuagens no pescoço e no lombo, de preferência com o nome do vagabundo que ela ama;
7 – Blusas da Colméia, cinto da Fórum, calça da Absoluta, calcinhas da Marisa (descartáves) e botas da Calzature;
8 – Mesa cativa no shopping, na quarta-feira à tarde e o sábado à noite;
9 – DVDs de Bruna Surfistinha e Malhação
10 – Vale Taxi; e
11 – Permanente na suíte presidencial do Motel mais badalado da cidade;
Pronto, está resolvida a questão. Tal como os gays, as putas também são cidadãs e igualmente “dão duro” pra ganhar a vida e pagar seus impostos.
Quero ver se a “senhorita” Marta Suplicy, o Jean Willys, aquele secretário (que parece bailarino de Lady Gaga) do MEC, os enrustidos de toga rosa, a as “bibas” da mídia tratariam esta proposta com o mesmo respeito e receptividade que exigem ao “Kit Gay”.
O “Kit Puta” é a saída Salomônica para o impasse que se instalou no Congresso Nacional desde o advento do “Kit Gay”. Convoco a minoria heterossexual da classe política, algum sobrevivente da Justiça e os últimos redutos masculinos da mídia para empunhar essa bandeira.
Projeto de diversidade nos anais dos outros é refresco!
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