segunda-feira, 30 de maio de 2011

Conca: um carioca com alma argentina


Cerimônia na Câmara dos Vereadores do Rio de Janeiro é marcada por justa homenagem e gafe: maestro tricolor recebeu a comenda ao som do hino do Flamengo

O torcedor rubro-negro não teve o privilégio de contar com o talento do argentino Conca no seu time, mas ganhou mais motivos para zoar ainda mais os invejosos, recalcados e enrustidos tricolores.

O argentino, destaque do Fluminense e melhor jogador do último Brasileirão, foi homenageado na noite desta segunda-feira (30/05) na Câmara de Vereadores do Rio de Janeiro, com o título de cidadão honorário do município.

O desempenho com a camisa tricolor e a do Vasco nos quatro anos no futebol brasileiro rendeu também a medalha Pedro Ernesto, honraria máxima concedida pela Casa.

Tudo corria dentro dos conformes do Cerimonial da Casa, até um funcionário - provavelmente um daqueles tricolores que morrem de arrependimento por não ter nascido rubro-negro – provocou um momento constrangedor: na hora em que o hino do Flu ia ser executado, o responsável pelo sistema de som errou a faixa do CD e fez com que todos ouvissem um trecho da introdução do hino do Flamengo, maior rival do Fluminense (do Vasco, do Botafogo, do Corinthians, do São Paulo, do Internacional, do mundo inteiro).

Louco de desejo que tudo isso fosse verdade (o Hino do Flamengo como fundo musical da homenagem), Conca, que está no Rio desde 2007, quando chegou a São Januário, agradeceu as homenagens e disse que a forma como é tratado em solo carioca permite que seja feliz mesmo distante de seus familiares, que vivem em Tigre, na grande Buenos Aires.

Curioso é que a declaração do craque, repercutida em todos os grandes portais de notícias do país, omite qualquer menção ao Fluminense. O hino do Flamengo deixou o homenageado com o coração inundado pela melodia dos eternos vencedores:

- Estou muito honrado por receber esta homenagem. O Rio de Janeiro é um lugar onde sou feliz. Fui muito bem recebido aqui e isso faz com que eu seja feliz mesmo longe da minha família.

Não é justo que um craque por excelência, atleta exemplar, homem de excelente caráter tenha em sua biografia uma passagem – mesmo que vitoriosa – por um clube cujos torcedores se consideram brancos, ricos e lindos. Mas morrem de inveja da galera da favela que não se cansa de comemorar títulos, inclusive a única glória esportiva que eles carregavam, com todo orgulho, e hoje desdenham: ser o maior campeão carioca de todos os tempos.

Morram de inveja, Bibas tricolores!

quinta-feira, 26 de maio de 2011

Família real suína em “Cordel Encantado”


Cá pra nós, mas não dava para o pessoal do figurino da novela Cordel Encantado (Rede Globo) providenciar novas roupas para a família real? A não ser no primeiro capítulo (foto), quando foram gravadas belas cenas na Europa, o Rei Augusto (Carmo Dalla Vecchia) e sua corte não mudaram de roupa uma única vez.

Aliás. O Dalla Vecchia ficaria perfeito no papel de Dom Pedro I. Comeria muito mais copeiras representando o promíscuo imperador brasileiro.

E como dizem que Europeu não gosta de água, é bem provável que também não tomaram banho até agora. Pelo menos não foi feita nenhuma referência a isto até agora, a exceção apenas da folgosa Úrsula (Débora Bloch), que vive dentro do mato, feito lagartixa no cio, com o não menos imundo Capitão Herculano (Domingo Montagner), o “Rei do Cangaço” - e do “quengaço”.

Outra coisa, Bruno Gagliasso, na pele do “Coronel” Timóteo não convence ninguém. Tem mais pinta de “bofe” do Pit Bicha (aquele personagem “muito macho” criado pelo humorista Tom Cavalcanti).

Não dava para colocar um ator com cara de macho neste nesse papel?

quarta-feira, 25 de maio de 2011

Pimenta Neves no dos outros é refresco!


Finalmente, depois de 11 anos, a Justiça decidiu colocar na cadeia o calhorda Pimenta Neves, ex-diretor de redação do jornal O Estado de São Paulo, pelo assassinato – calculado, covarde e frio – da também jornalista Sandra Gomide (à época com 32 anos).

Assassino confesso da ex-namorada, ele havia sido condenado a 19 anos de prisão por júri popular, em 2006, mas conseguiu, no STJ (Superior Tribunal de Justiça), reduzir a pena para 15 anos, em regime inicialmente fechado.

Apesar de ter confessado ter dado dois tiros – um nas costas e outro na cabeça – o jornalista conseguiu ficar impune durante todo esse tempo, com a aquiescência, inclusive, do Supremo Tribunal (STF).

Quase 11 anos depois de cometer o crime, Pimenta Neves continuava solto, graças a diversos recursos propostos por sua defesa em diversos tribunais.

Agora, o imponente e arrogante jornalista vai passar uns tempos vendo o sol nascer quadrado. Infelizmente, não cumprirá o castigo merecido: os 19 anos a que foi condenado, mas pelo menos por dois anos vai confabular com si mesmo sobre os valores da vida. Por exemplo: se valeu a pena abrir mão de uma carreira de sucesso e prestígio por não aceitar levar um fora de uma subordinada.

O Caso Pimenta Neves é apenas mais um exemplo do canalhismo e da promiscuidade que imperam no jornalismo brasileiro, onde detentores de cargos de chefia usam e abusam dos seus comandados para exercitarem suas vaidades, neuroses, psicopatias e taras sexuais.

Como também retrata a ingenuidade (em alguns casos) e o oportunismo de algumas profissionais que se prostituem com seus chefes em busca de prestígio profissional. Pode até não ser o caso da Sandra Gomide, mas é uma prática comum nesta profissão, em qualquer lugar do mundo.

Na Paraíba, por exemplo, os dois exemplos são muito comuns e até mesmo uma instituição profissional. Aqui, a ordem usar o poder de comandar para comer as colegas e foder os que se atrevem a questionar essa promiscuidade.

O pior é que alguns chegam a exercer este poder colocando a própria esposa como moeda de troca. Um exemplo prático do conceito bíblico do “é dando que se recebe”.

Pelo menos até agora não se tem notícia alguém ter assassinado um colega, mas não são raros os caso em que profissionais de Imprensa foram – e continuam sendo – sumariamente afastados de suas funções por obra e graça do canalhismo e do mau-caratismo dos seus chefes.

E antes que alguém se manifeste com indignação ao que eu digo, antecipo-me em ficar à disposição para dizer os nomes dos santos. Por enquanto, conto apenas os milagres.

segunda-feira, 23 de maio de 2011

Contra o Kit Gay a solução é o Kit Puta


Já que a distribuição do “Kit Gay” nas escolas públicas parece ser irreversível, não só pela pressão das entidades que defendem os direitos (e privilégios) dos homossexuais, mas, também, pelo apoio velado do Supremo Tribunal Federal (STF), setores do Congresso Nacional e da própria mídia, não vejo outra saída para a minoria hétero deste país que não seja partir para o contra-ataque com as mesmas armas do adversário.

Além disso, o governo da “senhorita” Dilma Rousseff não parece disposto a jogar no ralo os cerca de R$ 3 milhões investidos na cartilha e nos vídeos infanto-pornográficos, que ensinam, didaticamente, como ser “biba” em apenas 24 lições.

Portanto, por estas razões aqui expostas, proponho que a bancada Bolsonarista apresente uma Proposta de Emenda Constitucional (a PEC 2469), modificando o artigo 69, Inciso 24, Parágrafo “D”, da Prostituição Federal, instituindo a distribuição do “Kit Puta” nas escolas públicas (e públicas).

Desde já, dou a minha contribuição como sugestão para a elaboração do “Kit Puta”.

CONFIRA A SELEÇÃO DE ACESSÓRIOS:

1 - Um aparelho celular da Oi, com dois chips: um para contato com a família, outro para agendar os programas;

2 – Um moto Honda Bizz amarela, com capacete rosa. Tudo bem discreto pra não chama a atenção;

3 – Um kit da Natura;

4 – Um kit da Romanel;

5 – Um piercing no umbigo e aparelho nos dentes;

6 – Tatuagens no pescoço e no lombo, de preferência com o nome do vagabundo que ela ama;

7 – Blusas da Colméia, cinto da Fórum, calça da Absoluta, calcinhas da Marisa (descartáves) e botas da Calzature;

8 – Mesa cativa no shopping, na quarta-feira à tarde e o sábado à noite;

9 – DVDs de Bruna Surfistinha e Malhação

10 – Vale Taxi; e

11 – Permanente na suíte presidencial do Motel mais badalado da cidade;
Pronto, está resolvida a questão. Tal como os gays, as putas também são cidadãs e igualmente “dão duro” pra ganhar a vida e pagar seus impostos.

Quero ver se a “senhorita” Marta Suplicy, o Jean Willys, aquele secretário (que parece bailarino de Lady Gaga) do MEC, os enrustidos de toga rosa, a as “bibas” da mídia tratariam esta proposta com o mesmo respeito e receptividade que exigem ao “Kit Gay”.

O “Kit Puta” é a saída Salomônica para o impasse que se instalou no Congresso Nacional desde o advento do “Kit Gay”. Convoco a minoria heterossexual da classe política, algum sobrevivente da Justiça e os últimos redutos masculinos da mídia para empunhar essa bandeira.

Projeto de diversidade nos anais dos outros é refresco!

domingo, 22 de maio de 2011

O Brasil é gay; Bolson(o)aro deles!


Reportagem especial do programa “Domingo Espetacular”, da Rede Record de Televisão, exibida neste domingo (23/05), mostra um realidade que muita gente desconfiava e milhares de pessoas - entre as quais estou incluído – já têm certeza: os gays estão no poder e o quadro, ao que parece, é irreversível, graças à arrogância heterossexual masculina e à insustentável leveza do ser feminino.

Enquanto nós homens, héteros, estamos preocupados com a “birita” dos finais de semana, com os resultados do Campeonato Brasileiro de Futebol, em comer a mulher do próximo; e as mulheres antenadas nas novelas – de todos os horários e canais - e com as roupas, corpos e, principalmente namorados e maridos das amigas; eles (ou, melhor, elas) se unem cada vez mais em torno de um objetivo comum e primordial: dominar o mundo.

Tomando-se por base o caso brasileiro, nota-se que isto não vai demorar a acontecer. A comunidade GLBT (Gays, Lésbicas, Bissexuais e Transexuais) já controla a mídia, muitos governos estaduais e municipais e (pasmem!) até Congresso Nacional. Amparados, obviamente, pela influência que exerce atual governo da presidente Dilma Rousseff (PT).

O Palácio do Planalto acoberta (e até abriga) uma extensa rede de disseminação do homossexualismo no país e, como se não bastasse, tratou de legitimar através do principal segmento de governo que trata das políticas educacionais: o MEC (Ministério da Educação e Cultura).

Com investimentos na ordem de R$ 3milhões, o MEC tenta legitimar um programa que consiste na distribuição do chamado “Kit Gay” em mais de 6 mil escolas públicas de ensino fundamental do pais.

Entre outras pérolas publicitárias, “de caráter educacional”, segundo o MEC, o “Kit Gay” conta com três vídeos que retratam o que o governo entende como cotidiano do universo homossexual das escolas públicas.

Numa dessas peças, que relata o caso de amor entre duas meninas, até um beijo na boca entre elas foi gravado, mas devidamente “cortado” pela autocensura da viadagem governamental, conforme confessou o secretário de Educação Continuada, Alfabetização e Diversidade do MEC, André Lázaro, durante audiência pública na Comissão de Direitos Humanos da Câmara.

Em tom de deboche, trejeitos absolutamente suspeitos, e um sarcasmo próprio das “bibas” intelectuais que orientam o movimento GLBT, Lázaro disse que a cena foi cortada, mas “todos (ele e os colegas de ministério, é claro) nós ficamos com o beijo lésbico na boca”.

A polêmica continua, mas uma evidência na se pode negar: os gays estão conseguindo todos os seus objetivos no Congresso e até no Supremo Tribunal Federal (STF), que abandonou a sisudez das togas pretas e adotou a suavidade da capa rosa da diversidade sexual.

Depois de tudo isto que está acontecendo no país, temos que pensar 24 vezes antes de se posicionar contra os interesses do movimento GLBT. Eu morro de medo de passar ânus na cadeia, sendo torturado diariamente por “bibas” bombadas e peludas, armadas com plumas de pavão, chicotes da Mulher Maravilha, cintos de Batman e aquelas enormes (e grossas) velas de sete dias.

UUUUIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIII!

http://www.youtube.com/watch?v=5DEFrCC9U_0&feature=player_detailpage