domingo, 24 de julho de 2011


Não suporto essa hipocrisia barata da mídia brasileira – a serviço das gravadores de plantão – de tentar incutir no inconsciente coletivo da população que a cantora Amy Winehouse era maravilhosa, tanto com interprete como na composição de seus sucessos. Há até quem diga que era uma linda mulher.

Como não tenho papas na língua e não faço elogios baratos, para mim a inglesa não passava de uma mulher infeliz, que afagava todas as suas neuras nas drogas. Não era essa cantora maravilhosa que se diz, nem a compositora genial que se alude. Além de tudo era feia, malfeita de corpo e deplorável de caráter.

Como é triste ver expoentes da música brasileira dando depoimentos, nada espontâneos, sobre a obra (?) de Amy, por obra e graça das gravadoras sedentas de faturar milhões de dólares com a tragédia de vida a moça.

Amy era simplesmente uma mulher frustrada, sofrida, que colheu o que plantou. Não estava preparada para o oba-oba da mídia, que tem superdimensionado a sua morte prematura, porém anunciada.

Poderia ter sido uma grande artista, se quisesse; poderia ser uma mulher poderosa, e pudesse; poderia ser uma deusa da música, se tivesse interesse. Mas ela preferiu ser mais uma vítima da pior de todas as drogas: o sucesso fútil e imediato.

Optou pela morte fácil e rápida e deu as costas à vida de facilidades e dificuldades; de erros e acertos; de altos e baixos. Entregou-se ao caminho mais curto de entrar pra história, de marcar presença na posteridade.

Enquanto milhares de fãs do mundo inteiro torciam pelo seu sucesso, pela sua vitória, pela sua hegemonia no meio musical, Amy Winehouse respondeu a todos com o refrão de sua principal referência na música: “No, No, No...”

quarta-feira, 13 de julho de 2011

Deixem o “dentuço” gozar!


“Dois dias antes do clássico contra o Fluminense, pelo Campeonato Brasileiro, o meia Ronaldinho Gaúcho fez uma "festinha" privê para colegas de campo e amigos na suíte presidencial de um motel carioca. Ao todo, mais de 20 mulheres estiveram presentes”. A informação é do jornal Extra, do Rio de Janeiro.

Tudo bem, e daí? O Flamengo venceu o clássico, manteve a invencibilidade no campeonato e assumiu a vice-liderança da competição. Qual foi o crime que o dentuço cometeu. Como torcedor, não vejo nada demais. Se toda vez o Ronaldinho fizer isso a antes de um jogo e o Mengão garantir os três pontos, ele pode comer gente à vontade.

Mais uma vez, o falso moralismo da Imprensa brasileira entra em campo, com a finalidade de gerar polêmica e prejudicar a carreira e a vida pessoal de um atleta que tem se mostrado exemplar, do ponto de vista disciplinar. Essa mesma Imprensa noticia que Ronaldinho não falta a compromissos do clube – dentro e fora do campo. Sequer chega a atrasado a um treino (até mesmo depois de um bacanal como esse que se noticia).

Segundo o Extra, na sexta-feira (08/07), Ronaldinho pagou R$ 5 mil pela suíte presidencial do Motel Vip’s, na avenida Niemayer, e convocou outros jogadores e colegas que jogam futevôlei com o craque do Flamengo. O jornal afirma que pelo menos 20 mulheres estiveram presentes, mas o número pode ser bem maior, pois os convidados pararam de contar as musas depois da vigésima ter chegado.

A festa, ainda de acordo com as informações do Extra, teria começado às 23h e só acabado às 5h30. A suíte teria mais de 200 metros quadrados. Luxo e espaço de sobra para jogadores, amigos de Ronaldinho e “periguetes” fazerem tudo o que o Diabo nos dá o direito.

Reafirmo que não vejo nada demais. Pior seria se o Ronaldinho tivesse realizado um bacanal com um monte de rapazes, como costumam fazer outros jogadores famosos e jornalistas que se valem do “dever do ofício” para ocultar o que realmente gostam por “prazer do orifício”.

Se alguém tem alguma dúvida sobre o que estou afirmando, basta pesquisar a vida pregressa de jornalistas que vivem achincalhando pessoas que se rendem às delícias do sexo, valendo-se, inclusive de uma pseudoformação evangélica. Esses são os mais bandidos, os mais perigosos e, invariavelmente, os mais viados.

terça-feira, 12 de julho de 2011

HOPE SOLO: A bela goleira americana que fez o Brasil chorar mais uma vez


Ela tem 29 anos, é considerada a musa da Copa do Mundo feminina e mais uma vez foi responsável por fazer a seleção brasileira chorar numa competição oficial. Hope Solo foi quem ironicamente acabou com a esperança (como o seu nome é traduzido para o português) de um inédito título da seleção de Marta e cia. Já foi assim nos Jogos Olímpicos de Pequim em 2008, quando teve uma grande atuação e garantiu com várias defesas a vitória dos Estados Unidos por 1 a 0 que deu às americanas o ouro olímpico.

No domingo, durante a vitória sobre as brasileiras nos pênaltis por 5 a 3 após o empate no tempo normal em 2 a 2, Solo fez outras grandes defesas e ainda pegou dois pênaltis: um no tempo normal cobrado por Cristiane que a árbitra acabou mandando voltar por causa da invasão da defesa americana na área, e outro de Daiane na disputa de pênaltis que garantiu a vaga nas semifinais mantendo as americanas na briga pelo tricampeonato mundial.

Uma atuação decisiva da bela goleira de olhos verdes que tem encantando os jornalistas que cobrem o mundial.

- Me sinto lisonjeada - diz a goleira quando perguntada o que ela acha de ser a musa da Copa. - Só que mal posso esperar para colocar o meu jogo em campo. Eu quero ser lembrada pelo meu jogo em primeiro lugar, mas é bom chamar a atenção para o esporte. Nós ganhamos muito mais fãs. Obviamente temos uma liga que está lutando na América (para aparecer), e se você trouxer mais atenção, isso vai ajudar - completou ela após a vitória sobre as brasileiras.

Filha de um veterano de guerra do Vietnã, Solo nasceu no dia 30 de julho de 1981 em Richland, Washington. Como grande parte dos atletas americanos, começou a despontar na universidade de onde saiu para defender o Philadelphia Charge em 2003. Ficou apenas um ano antes de sair do país para jogar em um time sueco (Kopparbergs/Goteborg) e na França (Lyon). Depois de seis anos no exterior, voltou aos Estados Unidos para defender primeiro o Saint Louis America e em seguida o Atlanta Beach. Neste ano, assinou contrato com o MagicJack, novo clube profissional baseado em Boca Raton, na Flórida.

A goleira jogou em todas as seleções de base dos Estados Unidos até que em 2000 estreou pela equipe principal. Em 11 anos, soma 96 partdas pela Seleção e algumas polêmicas. No Mundial de 2007, Solo foi preterida pelo técnico Greg Ryan, que optou por escalar a veterana goleira Briana Scurry, de 36 anos, que tinha uma longa carreira na seleção, mas não estava muito bem num jogo contra a seleção brasileira. Resultado? Os Estados Unidos foram goleados por 4 a 0 e eliminados do Mundial. Pela imprensa, Solo desabafou:

- Foi uma decisão errada e acho que todos que entendem o jogo sabem disso. Eu não tenho dúvidas que poderia ter feito aquelas defesas (nos lances dos gols). Não estamos mais em 2004 (quando as americanas foram campeãs olímpicas). É 2007 e você deve viver o presente. Você não pode viver no passado. Não importa se você ganhou uma medalha de ouro olímpica há três anos. O que importa é o agora e é o que eu penso - disse Solo na época.

Depois ela tentou se desculpar dizendo que não estava se referindo a Scurry ou ao treinador, mas ninguém acreditou. Hoje ela pensa diferente sobre aquele episódio:

- Todas as experiências que tive no torneio deste ano têm sido completamente diferentes de 2007. Não pude apreciar todos os momentos de 2007 e acho porque havia um lado negro (dentro dela) e eu estava ferida por ter perdido o meu pai (pouco antes do início do Mundial daquele ano). Tudo o que eu queria era ganhar o torneio para o meu pai. Neste torneio, eu estive nervosa no primeiro jogo e eu pensei, nossa, isso é uma boa sensação. Me sinto como se estivesse vivendo uma verdadeira experiência de Copa do Mundo. Para mim é como se fosse a primeira vez.

Em 2008, Solo foi finalmente titular da seleção na conquista do ouro olímpico. Mas em setembro, ela sofreu uma séria lesão no ombro esquerdo, chamada nos Estados Unidos de "lesão Drew Brees" numa referência à contusão do quarterback do New Orleans Saints que quase teve que encerrar a carreira e acabou sendo campeão do Super Bowl da NFL em 2009.

Ela praticamente não tinha cartilagem na articulação do ombro, o que forçou os médicos a fazerem uma microfratura no osso, para fazê-lo "sangrar" e criar uma nova cartilagem para o local. O tendão do bícepes da goleira tinha praticamente se destacado. Essa é considerada pelos médicos uma das mais graves lesões que um atleta pode sofrer. Solo poderia ter encerrado a carreira, mas deu a volta por cima da mesma forma que Brees.

Nove meses depois da cirurgia de "reconstrução" do ombro, a goleira conseguiu se livrar das dores e voltar a treinar. Corria o ano de 2009, e Solo precisava recuperar o tempo perdido.

- Foi uma dura caminhada em que comecei a pensar que a dor iria ficar ali para sempre. Então eu parei de tentar me proteger demais - disse na época. - Estou aprendendo a lidar com isso e tem sido duro.

Valeu a pena para a goleira, que voltou a defender a seleção e agora pode ter a chance de finalmente ganhar o título para o seu pai. Para isso, no entanto, será preciso primeiro passar pela França na quarta-feira.


Fonte: O Globo (Planeta que Rola

segunda-feira, 11 de julho de 2011

Patty Orué repete Larissa Riquelme e é a quenga da vez no futebol mundial


Numa Copa América em que a bola não anda dando bola para os craques de todas as seleções – especialmente o Messi, da Argentina, e o Neymar, do Brasil – apenas dois detalhes redondos do corpo de uma modelo (apelido que se dá às raparigas no mundo inteiro) paraguaia chama a atenção.

O belo par de seios de Patty Orué está fazendo a festa dos torcedores guaranis e dos repórteres fotográficos e cinematográficos que cobrem o evento. Curioso é que a gostosíssima loira, que também é cantora no Paraguai, é amiga da não menos deliciosa Larissa Riquelme – a morena voluptuosa que roubou a cena na Copa da Alemanha.

Patty, a todo instante é focada pelas câmeras da Copa América. Tal como sua antecessora, ela faz questão de exibir sua “comissão de frente” com orgulho e sensualidade, vestindo, naturalmente, as cores do seu país.

Aliás, os peitos de Patty foram os únicos aspectos positivos do jogo entre Brasil e Paraguai. Duas belas bolas que fariam muito bem aos dois times que, na prática, não jogaram nada e acabaram empatando, até porque nenhum dos dois merecia vencer.

A paraguaia, com toda justiça (e volúpia) é candidata natural a Musa da Copa América e, consequentemente – como aconteceu com Larissa – a um belo contrato com a revista Playboy.

Fico imaginando o que deverá acontecer na Copa do Mundo de 2014, no Brasil. O que tem de puta planejando com seus agentes (e cafetões) o que fazer pra chamar a atenção da mídia não deve ser brincadeira.

Não será surpresa alguma se aparecer uma Geisy Arruda da vida completamente nua na arquibancada, exibindo suas estrias e silicones. Ou até mesmo uma panicat ou “mulher fruta” mostrando o rabo no telão do estádio.

Afinal, na Copa do Mundo das putas não existem regras, regulamentos ou normas da Fifa. Existe, sim, uma acirrada disPUTA pra ver quem será eleita a musa do evento. Aproveito a oportunidade para dar minha dica: basta uma delas dar para o Luan Santana – se é que ele gosta – ou então entrar para o balé do Faustão e virar rapariga de um cantor famoso.

Pelo menos já fiz a minha parte em nome da prostituição do futebol mundial. Espero que sobre alguma “periguete” pra mim também.

segunda-feira, 4 de julho de 2011

O governo colhe o que planta, governador!


O governador Ricardo Coutinho (PSB) anunciou no final de semana que a partir de agora o seu governo vai começar a colher as sementes que está plantando por todo o Estado. Refere-se, naturalmente, o Chefe do Executivo, às iniciativas do seu governo através de investimentos e ações administrativas nos 223 municípios paraibanos.

Até aí, tudo bem. Coutinho demonstra, através de sua assessoria, que os movimentos grevistas em setores cruciais do governo como Saúde, Educação e Segurança Pública foram meros acidentes de percursos, possivelmente orquestrados por seus opositores para ‘desestabilizar’ o seu governo.

Mas na prática a teoria é outra. E a oposição está certa de que os frutos que o governador espera colher serão amargos ou até podres. Lembram, incessantemente, que o governo não dialoga com os movimentos sociais, além de enfrentá-los com arrogância e desrespeito. Enfim, a oposição aposta no caos.

Porém, ao que se nota, não é isso que passa pela cabeça do governante paraibano. RC não abre mão do estilo “osso duro de roer” no trato com os sindicalistas, sob o argumento de que cedendo pra uns vai ter que ceder pra todos – o que, na prática, faz sentido, diga-se de passagem.

O governador anuncia que a primeira etapa do seu governo: arrumar a casa, já está concluída. Para RC chegou o momento de investir pesado com obras e ações por todo o Estado, independentemente da cor partidária do gestor local. Coisa que, aliás, jamais aconteceu em qualquer governo que o antecedeu.

Com isto, Coutinho ratifica os apoios que o levaram ao Palácio da Redenção e busca adesões de prefeitos até o momento oposicionistas. O governo aposta que eles serão forçados pela pressão da própria população local a abraçar atual projeto socialista de governo. “Dificilmente um prefeito vai ter como explicar ao povo ser oposição a um governo que investe em obras no seu município”, observa um importante auxiliar do governo.

De fato, fica realmente difícil explicar. A estratégia de Ricardo, do ponto de vista geopolítico está corretíssima, embora seja arriscada, levando-se em conta os desvios de caráter que não são poucos – da maioria dos nossos ínclitos gestores municipais. Os próprios acontecimentos da campanha eleitoral passada falam por si, senhor governador!

A verdade é que por trás deste projeto de desenvolvimento não dá pra esconder que o Chefe do Poder Executivo, na verdade, está sedimentando a sua reeleição. Até porque, como se observa no meio político estadual, a Paraíba começa a funcionar depois do São João. Mais ou menos o que acontece com o país depois do Carnaval.

Ricardo Coutinho começa a delinear sua estratégia política de reeleição. Enquanto isso, a oposição continua sem rumo, sem pai nem mãe. Não se define uma linha de atuação e, muito menos, de definição de uma candidatura forte e unida em torno de um projeto político-eleitoral capaz de derrotar o “rolo compressor” que o governo já colocou nas ruas.

O que se apresenta até o momento são as ações denuncistas e sem consolidação de provas. Além de uma indisfarçada aposta oposicionista de um “racha” entre o governador Ricardo Coutinho e o senador eleito Cássio Cunha Lima, o que, se vier a acontecer vai acabar dando no mesmo. A atual oposição vai continuar frequentando o Palácio da Redenção através da página do governo na Internet.

Será que vale mesmo a pena para a oposição trocar seis por meia dúzia!

Abelardo Oliveira
Interino