quarta-feira, 8 de dezembro de 2010

Finalmente, Luan Santana mostra suas calcinhas e sutiãs para as fãs


O jovem cantor e aspirante a garanhão Luan Santana acaba de anunciar mais um grande empreendimento com a sua marca: uma linha de calcinhas e sutiãs.

Recentemente, em declarações - previamente combinadas pela assessoria – à Imprensa, o sertanejo disse que recebe uma chuva peças íntimas das fãs durante os shows.

Resta saber se calcinhas e sutiãs que ele pretende comercializar são essas atiradas pelas mocinhas carentes de aplicar um golpe num baitola enrustido – pelo menos e que dizem alguns setores da mídia – ou se o empresário Luan teria adquirido uma indústria de moda íntima.

Em todo caso, as mocinhas vão poder usar calcinhas e sutiãs com a foto do seu ídolo colada nos seus ‘cérebros’.

Vão morrer de felicidade usando as peças íntimas que talvez estejam sob a imagem da suposta “pegação” que assessoria do cantor tenta impor pela mídia.

Eu não me engano nunca com essa gente.

sábado, 4 de dezembro de 2010

Delegado anunciado como futuro secretário de Segurança do Estado foi preso pela PF, em 2008, durante a Operação Toque de Midas

Romero Menezes de Lucena, à época diretor-executivo e segundo homem na hierarquia da Polícia Federal, foi preso em 2008 por ordem do Tribunal Regional Federal da 1ª Região, sob suspeita de corrupção passiva, advocacia administrativa e vazamento de informações sigilosas, entre outros crimes.
O delegado foi solto dias depois, beneficiado por um habeas corpus. Ele foi preso pela PF acusado de favorecer o irmão José Gomes de Menezes Júnior, gerente da Servi-San, empresa de prestação serviços, em licitação de interesse do grupo EBX, do empresário brasileiro Eike Batista, considerado um dos 10 homes mais ricos do mundo.
O irmão do delegado também foi preso nesta terça-feira. Na oportunidade, Romero, que pediu afastamento do cargo, nem chegou a ser transferido para a carceragem da PF em Brasília, tendo ficado detido apenas no edifício-sede da instituição.
A prisão foi um desdobramento da Operação Toque de Midas, que ocorreu em julho daquele ano e que investigou indícios de que empresas de Eike Batista teriam infringido a lei de licitações durante processo de concessão da estrada de ferro que liga o município de Serra do Navio ao Porto de Santana, no Amapá. A empresa de José Menezes estaria entre as investigadas por irregularidades.