
É inadmissível a passividade dos clientes, fornecedores, médicos e funcionários da Unimed diante “farra” que o empresário Celso Barros – presidente da regional do Rio de Janeiro – faz com o dinheiro da empresa para alimentar o seu sonho infantil e inalcançável de transformar o Fluminense em uma equipe de ponta em nível mundial.
E o pior é que o presidente de uma cooperativa médica que remunera muito mal aos seus profissionais; que trata os seus empregados como escravos; que atrasa pagamentos aos fornecedores; e, sobretudo, presta um péssimo atendimento aos usuários do seu plano de saúde ainda faz deboche de todos esses milhares de pessoas, na ânsia tresloucada de fazer pouco caso do Clube de Regatas do Flamengo, seus dirigentes e cerca de 40 milhões de brasileiros que compõem a Nação Rubro-negra.
Na coluna “Primeira Mão – Bastidores & informação”, assinada pelos jornalistas Thiago Lavinas e Eduardo Peixoto no site Globo Esporte, o fanfarrão tricolete que se intitula dono “Florminense”, cometeu uma bravata de fazer inveja ao ex-presidente Lula:
“Na linha do Celso quer, Celso tem (especial produzida pelos jornalistas Alexandre Alliatti e Rafael Cavalieri), a cena aconteceu na festa de aniversário do filho do diretor-executivo de futebol do Fluminense, Rodrigo Caetano. Ao lado de amigos, Celso Barros comentava a contratação de Thiago Neves, que gerou a ira da presidente do Flamengo, Patrícia Amorim. E falava com tranquilidade…
- Não entendo aquela moça do Flamengo (Patrícia Amorim). O garoto estava sem contrato desde dezembro, vi que tinha uns trocadinhos sobrando e o trouxe de volta… Qual o problema? – disse Celso Barros na festa.
A contratação de Thiago Neves custou R$ 16 milhões…”Não tenho nada contra o “tricolor das laranjeiras” – até porque faço parte da Nação que brilha envolta pelo “Manto Sagrado” que surgiu da banda pura que criou o Flamengo -, mas recuso-me a aceitar as piadinhas preconceituosas dos seus torcedores, que se julgam lindos, brancos e ricos. Talvez seja pela péssima influência de alguns dirigentes da estirpe do senhor Celso Barros, que não medem consequências para “torrar” o dinheiro alheio numa pirotecnia egocêntrica e irresponsável.
Vale lembrar que o presidente da Unimed de João Pessoa, candidato à reeleição patrocinou, no dia 10 de dezembro do ano passado, uma megafesta para os médicos cooperados, com direito a muito whisky doze anos e um show surpresa da cantora Elba Ramalho no badalado Paço dos Leões.
Tal como o seu colega do Rio de Janeiro, Gusmão ignorou a crise financeira da Unimed, os déficits e o rombo de R$ 47 milhões de reais gerado por uma multa aplicada pela Receita Federal para conquistar votos.
Ao que ainda se comenta na cidade, a festa contou com a presença de lindas e gostosas mulheres. Pelo menos isto diferencia Gusmão do “Celsão”, que prefere “torrar” o dinheiro da cooperativa comprando machos sarados para ilustrar os quadros do seu time na parede do escritório.
Por essas e outras estou articulando o lançamento das comunidades “Vai te foder, Celso Barros!” e “Abaixo a Unimed!” na Internet. O objetivo é conclamar os milhares de rubro-negros – e, também torcedores de outros clubes cariocas – que são usuários da Unimed a trocar de plano de saúde. Quero ver se aquela “mala” grisalha vai colocar dinheiro do seu próprio bolso no Fluminense. Isso eu pago pra ver, tricolores idiotas...