domingo, 9 de janeiro de 2011

Mídia tenta nacional superestimar a combalida juba do “Rei” Roberto Carlos


Qualquer um de nós, mortais homens brasileiros, seria o macho mais feliz do mundo se comesse 1% das mulheres que a mídia do Sul do país coloca na cama do “Rei” Roberto Carlos. A “quenga” da vez foi a paraibana Rachel Ruiz, uma nutricionista de 33 anos, que é uma daquelas fãs que fazem qualquer coisa pra ficar ao lado do ídolo.

A moça negou categoricamente que tenha tido algum tipo de envolvimento com o “Rei”, como insinuou Joyce Pascowitch, que igualmente às demais estrelas do colunismo – travestido de cafetinismo – social brasileiro, teima em querer transformar do “setentão” Roberto num garanhão de alcova.

Em primeiro lugar, não consultaram a moça pra saber se realmente havia um clima de “romance” entre os dois. Em segundo lugar, convenhamos, pela disposição pra cantar nota-se que hoje em dia ele nãoteria ereção nem de sobrancelha.

A cada dia essas “estrelas” da mídia nacional – que se intitulam jornalistas – me deixam ainda mais enojado. Pior do que isso só o apresentador Fausto Silva (o “Faustão”) agenciando suas bailarinas – e depois as entregando – para os artistas, que, em sua maioria, não gostam nem um pouco da fruta, mas precisam passar a imagem de “machos” para uma meia dúzia de fãs alienadas.

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